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janeiro, 2015


Um ano de vitórias e conquistas

sexta-feira, 23 janeiro, 2015

 

O ano de 2014 deixa um saldo altamente positivo. O deputado federal Hugo Leal (PROS-RJ) realizou um trabalho de grande destaque na Câmara e foi reconhecido como um dos parlamentares mais atuantes do país. A Lei Seca, de sua autoria, completou seis anos com bons resultados no combate à violência do trânsito, especialmente no Estado do Rio. A participação destacada em eventos como a Assembleia Geral da ONU, em abril, que tratou de segurança viária, e o Maio Amarelo consolidaram o nome de Hugo Leal como referência em assuntos de trânsito.

Na Câmara, o deputado é coordenador da bancada fluminense, vice-líder do Governo e presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro. Leal ajudou a trazer R$ 100 milhões em investimentos para o Estado do Rio, através de emendas parlamentares. Presidente do PROS-RJ, ele tem sido um dos deputados mais combativos em temas ligados a transportes, trânsito, Justiça e educação.

Durante a campanha eleitoral, o deputado levou suas propostas para todo o Estado e recebeu o apoio da população, que o reconduziu para o terceiro mandato. “Vou continuar trabalhando de forma ética e correta pelo Brasil. Quero dar orgulho a quem confiou em mim. A cada dia, vamos construir juntos um país melhor”, afirma. 

 


Lei Seca reduz índices de mortes no trânsito

segunda-feira, 5 janeiro, 2015

A Lei Seca, de autoria do deputado Hugo Leal, tem mostrado sua eficácia na redução da violência no trânsito. Sancionada há seis anos, a Lei 11.805/08 não apenas ajudou a diminuir as estatísticas de mortes e acidentes, mas representou um verdadeiro chamado à cidadania no trânsito. A sua atualização em 2012 reforçou as punições aos motoristas infratores e criou novos instrumentos de comprovação de abusos.

Os resultados são visíveis. O Estado do Rio – o primeiro a implantar a fiscalização permanente – liderou a queda de mortes no trânsito no ano passado. Segundo dados do SUS, que ainda estão sendo consolidados pelo Ministério da Saúde, o número de vítimas fatais caiu de 3.047, em 2012, para as 1.692 em 2013, significando uma redução de 44%. Mas ainda há muito a ser feito.

A despeito dos avanços na legislação, 54 mil brasileiros perderam a vida em colisões e atropelamentos no ano passado. O custo dos acidentes de trânsito para a economia chega a R$ 60 bilhões anuais, ou 1,5% do Produto Interno Bruto. As consequências mais dramáticas, porém, são a desestruturação das famílias, as sequelas de longo prazo e a dor incessante de uma legião de órfãos.

“É necessário criar uma cultura de responsabilidade ao volante. Esta somente será alcançada com a educação sistemática e permanente, associada ao aprimoramento da engenharia de tráfego, com tecnologias que permitam a circulação de veículos mais seguros, vias sinalizadas e uma fiscalização eficiente e contínua. O Governo deve firmar o conceito de Educação para o Trânsito nas escolas de ensino infantil e fundamental. Da mesma forma, é importante que as autoescolas ajudem a formar motoristas conscientes e comprometidos com o respeito às leis de trânsito”, defende Hugo Leal, que é presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro.