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Hugo Leal responde


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quinta-feira, 9 setembro, 2010

Mensagem de Ivone Amora

Caro Deputado,

Vi em um orkut um Projeto sobre o Cinto de Segurança, abaixo uma pequena matéria que eles postaram.Como o senhor é voltado para a violência do trânsito, e foi o autor da Lei Seca, resolvi lhe enviar este comentário.Pois acho que todos os políticos deveriam e devem se entrar nesta luta diária que é o nosso trânsito. Não sei como lhe enviar o orkut, mas se o senhor colocar na busca do orkut o nome – cinto salva – acho que aparece.

SÓ ESTA MATÉRIA J


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sábado, 17 julho, 2010

Nome: Rafael Moraes
Mensagem: Quero expor meu contentamento pela aprovação da PEC dos jornalistas. me formei em 2007 e até hoje não consegui um emprego, apesar de estar me atualizando com especialização. Essa Proposta criada pelo Deputado contribuirá para um possível aumento em nosso defasado salário. Obrigado!

Resposta:

Prezado Rafael,

A defesa das categorias profissionais tem sido uma das prioridades do meu mandato. Obrigado por seu contato e espero continuar contando com sua participação em minhas atividades. Saudações fraternas.


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quinta-feira, 13 maio, 2010

Nome: Lician Duarte
Mensagem: Gostaria de saber qual foi a votação do deputado aqui em TERESOPOLIS e com quantos votos geral o senhor foi eleito e quais os beneficios (lei, projetos, emendas,….) que o senhor conseguiu aqui para Teresopolis, quais as propostas futuras. Obrigada.

Resposta

Prezada Lician,
Fui eleito com o total de 112.789 votos. Em Teresópolis obtive o total de 2.790 votos.

Estou em contato frequente com o prefeito Jorge Mario e o vereador Waguinho, que é do meu partido, para discutir as necessidades do município e saber de que forma eu, como deputado, posso ajudar no andamento e desenvolvimento de projetos junto, principalmente, ao Executivo Federal.

Além disso, tenho tentado levar a Teresópolis minha luta por um trânsito seguro. No dia 26 de abril, por exemplo, participei de uma rodada de discussões na Unifeso sobre segurança no trânsito. O evento foi bem positivo e contou com a presença de aproximadamente 200 alunos dos cursos de Direito e Medicina.

Também destinei emendas na ordem de 1.500.000,00 para projetos de infraestrutura turística e divulgação do turismo local.

Como pretendo me candidatar à reeleição, meu objetivo é continuar a lutar por recursos federais que possam contribuir para o desenvolvimento da cidade e melhoria da qualidade de vida dos seus moradores.

Só a título de curiosidade, em julho do ano passado tive a felicidade de ser homenageado com o título de cidadão teresopolitano, fato que me deixou muito contente e orgulhoso.

Abraço.
Dep. Hugo Leal


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sexta-feira, 7 maio, 2010

De: José Cláudio Costa Ribeiro
Mensagem: Deputado Hugo Leal, Primeiramente gostaria de manifestar minha admiração por seu trabalho em favor da melhoria do trânsito. De homens públicos assim que a sociedade precisa. Parabéns! Trabalho no órgão de trânsito do Município de São Luis, capital do Estado do Maranhão, V. Exa. como Deputado pelo Rio de Janeiro talvez pudesse ajudar-me a obter maiores detalhes sobre o Projeto da Lei Seca ali executado, tenho informações de que é um dos melhores do país. Desde já grato por sua atenção. Cláudio Ribeiro.

Resposta: Sr. José Claudio.

Em primeiro lugar, meus agradecimentos pelas palavras elogiosas que me estimulam a prosseguir – de forma cada vez mais intensa e decidida –com a missão parlamentar em defesa da vida e da segurança no trânsito.

A chamada OPERAÇÃO LEI SECA desenvolvida no estado do Rio de Janeiro é um verdadeiro caso de sucesso porque, como acontece em países que resolveram enfrentar o problema da violência no trânsito, é uma política de governo e não apenas uma campanha episódica.

Tudo começou quando membros de uma organização social ligada às vítimas de trânsito (a Ong TRÂNSITOAMIGO) na pessoa do renomado médico traumatologista Marcos Musafir, em reunião com o Secretário de Governo, apresentou as trágicas estatísticas do trânsito no mundo, no Brasil e –muito especialmente – no estado do Rio de Janeiro. Neste momento nascia a decisão política do governo do Rio em enfrentar o problema. A TRÂNSITOAMIGO foi então instada a oferecer sugestões o que de fato foi feito dias depois, em janeiro de 2009, com a apresentação de um Programa de Prevenção Contra a Violência no Trânsito no estado com sugestões de iniciativas pontuais que visavam atingir com precisão cirúrgica os pontos críticos e de maior responsabilidade nos índices de mortes e lesões no trânsito.

E, dentre esses, a combinação bebida e direção aparece com relativo destaque, notadamente entre a população mais jovem.

Houve então a decisão do governo do estado do Rio de Janeiro em focar na questão da alcoolemia ao volante. O Brasil ainda vivia sob o impacto extremamente positivo da adoção da Lei 11.705/08 de minha autoria que, dentre outras medidas, implantava a TOLERÂNCIA ZERO para o condutor de veículos automotores. O tema foi pauta diária dos principais jornais do país que discutiam os benefícios desse tipo de controle com base nos casos de sucesso no mundo.

Em abril de 2009 nasceu a Operação LEI SECA como uma ação de governo, de cunho fiscalizatório e educativo, envolvendo entidades públicas das três esferas de governo (estado, através do DETRAN e da PM; municípios, através das guardas municipais e União, através da Policia Rodoviária Federal) e organismos da sociedade civil como a própria Ong TRÃNSITOAMIGO, a UFRJ (liga de trauma), a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e a Associação de Deficientes Físicos.

Os resultados foram imediatos. Desde o primeiro mês de operação– que acontece todos os dias da semana – os dados da violência no trânsito no estado dom Rio de Janeiro tem experimentado decréscimos. De acordo com o último balanço do GSE (Grupamento de Socorro e Emergência) do Corpo de Bombeiros, mais de 4.800 vidas foram salvas de abril de 2009 a abril de 2010.

O exemplo do Rio tem servido como referência da Organização Mundial de Saúde para os países que decidem enfrentar o problema e começa a ser copiado em outros estados brasileiros, numa verdadeira corrente em defesa da vida.

Saudações,
Hugo Leal

Em primeiro lugar, meus agradecimentos pelas palavras elogiosas que me estimulam a prosseguir – de forma cada vez mais intensa e decidida –com a missão parlamentar em defesa da vida e da segurança no trânsito.

A chamada OPERAÇÃO LEI SECA desenvolvida no estado do Rio de Janeiro é um verdadeiro caso de sucesso porque, como acontece em países que resolveram enfrentar o problema da violência no trânsito, é uma política de governo e não apenas uma campanha episódica.

Tudo começou quando membros de uma organização social ligada às vítimas de trânsito (a Ong TRÂNSITOAMIGO) na pessoa do renomado médico traumatologista Marcos Musafir, em reunião com o Secretário de Governo, apresentou as trágicas estatísticas do trânsito no mundo, no Brasil e –muito especialmente – no estado do Rio de Janeiro. Neste momento nascia a decisão política do governo do Rio em enfrentar o problema. A TRÂNSITOAMIGO foi então instada a oferecer sugestões o que de fato foi feito dias depois, em janeiro de 2009, com a apresentação de um Programa de Prevenção Contra a Violência no Trânsito no estado com sugestões de iniciativas pontuais que visavam atingir com precisão cirúrgica os pontos críticos e de maior responsabilidade nos índices de mortes e lesões no trânsito.

E, dentre esses, a combinação bebida e direção aparece com relativo destaque, notadamente entre a população mais jovem.

Houve então a decisão do governo do estado do Rio de Janeiro em focar na questão da alcoolemia ao volante. O Brasil ainda vivia sob o impacto extremamente positivo da adoção da Lei 11.705/08 de minha autoria que, dentre outras medidas, implantava a TOLERÂNCIA ZERO para o condutor de veículos automotores. O tema foi pauta diária dos principais jornais do país que discutiam os benefícios desse tipo de controle com base nos casos de sucesso no mundo.

Em abril de 2009 nasceu a Operação LEI SECA como uma ação de governo, de cunho fiscalizatório e educativo, envolvendo entidades públicas das três esferas de governo (estado, através do DETRAN e da PM; municípios, através das guardas municipais e União, através da Policia Rodoviária Federal) e organismos da sociedade civil como a própria Ong TRÃNSITOAMIGO, a UFRJ (liga de trauma), a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e a Associação de Deficientes Físicos.

Os resultados foram imediatos. Desde o primeiro mês de operação– que acontece todos os dias da semana – os dados da violência no trânsito no estado dom Rio de Janeiro tem experimentado decréscimos. De acordo com o último balanço do GSE (Grupamento de Socorro e Emergência) do Corpo de Bombeiros, mais de 4.800 vidas foram salvas de abril de 2009 a abril de 2010.

O exemplo do Rio tem servido como referência da Organização Mundial de Saúde para os países que decidem enfrentar o problema e começa a ser copiado em outros estados brasileiros, numa verdadeira corrente em defesa da vida.

Saudações,
Hugo Leal


Hugo Leal responde

quinta-feira, 15 abril, 2010

De: Anderson da Silva Rodrigues
Bom dia, Deputado! Com a mesma severidade da Lei Seca, sugiro uma lei que puna os motoristas que se envolvem em acidentes graves, aqueles de parar trânsito, e, compromete toda a população que se utiliza da rodovia para chegarão trabalho. Atenciosamente, Anderson.

Resposta: Deputado Hugo
Sr. Anderson.

Grato pela sugestão. São contribuições como a sua que permitem-me exercer plenamente a representação parlamentar para a qual fui eleito.

Sua observação é absolutamente procedente e já está em curso no Congresso Nacional. O Código de Trânsito Brasileiro está sendo revisado na Câmara dos Deputados por uma sub comissão especialmente criada para esse fim e que está sob minha presidência tendo como relator o Deputado Marcelo Almeida.

Dentre os muitos projetos de lei que endurecem o CTB e que estão sendo cuidadosamente analisados na referida sub comissão, destaca-se o PL 5607de 2009, de minha autoria, que acrescenta às penalidades classificadas como crimes de trânsito o condutor que, apresentando sinais notórios de embriaguez,ponha em perigo a segurança própria ou de outrem, ainda que não seja possível determinara concentração de álcool ou esta seja inferior ao limite estabelecido.

O mesmo PL também determina que condutores envolvidos em acidentes de trânsito poderão ser submetidos a testes de alcoolemia, exames clínicos, perícia ou outros exames que permitam certificar seu estado. Em caso de confirmação de contaminação alcoólica ou por outras drogas esse condutores serão autuados por crime de trânsito, como previsto no artigo 306 do CTB.

Saudações,
Hugo Leal