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Aposentados


Fator Previdenciário – Hugo Leal acha que Lula pode indicar novo texto sobre a matéria

sexta-feira, 21 maio, 2010

Publicada em 21 de maio

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Deputados querem novo ‘pé na cova’ para segurado

segunda-feira, 10 maio, 2010

Publicada em 10 de maio
Editoria Economia & País

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Autoria do Executivo

quinta-feira, 6 maio, 2010

Publicada em 30 de abril
Coluna Servidores


Aposentados

quinta-feira, 29 abril, 2010

Publicada em 29 de abril

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Proposta do governo ganha força entre aliados

quinta-feira, 29 abril, 2010

Publicada em 28 de abril
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Com chancela de Lula, líder no Senado tenta costurar acordo amplo para convencer lideranças da base a votarem por reajuste de 7%

Fred Raposo, iG Brasília

Com a chancela do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aumentou nesta quarta-feira a aceitação, por parte da base, da proposta de reajuste de 7% aos aposentados feita pelo líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). Até a noite de ontem, as lideranças aliadas, encabeçadas pelo PDT e pelo deputado Paulinho da Força (SP), estavam fechadas com o aumento de 7,7%.

Uma derrota na sessão plenária de ontem, dada como certa pelo governo, foi contornada por meio de uma manobra regimental, o que adiou a leitura do relatório e a votação da MP 475 para hoje. Pela manhã, as lideranças aliadas participaram de nova reunião no gabinete de Vaccarezza. Alguns partidos acenaram, ali, que podem votar com o governo. “Foi um avanço”, diz o líder petista, acrescentando que legendas como o PP e o PR se mostraram favoráveis à proposta de 7%.

Representante do PP na reunião, o deputado Celso Russomano (SP) lembra que o partido chegou a defender os 7,7%. Mas disse que considera “uma vitória dos partidos da base” que o presidente Lula “tenha aceito o reajuste de 7%”. “Inicialmente o aumento seria de 6,14%, Mas a maioria (das lideranças) se mostrou favorável aos 7%. Tenho certeza que o presidente gostaria de dar mais, só que é preciso ter noção dos problemas que um reajuste muito alto podem causar”, assinala Russomano.

Já os líderes do PSC e do PDT, Hugo Leal (RJ) e Dagoberto Nogueira (MS), deixaram o gabinete antes de a reunião terminar. Ambos se mostraram confiantes na aprovação dos 7,7%. “O instrumento de pressão do governo é forte, mas seria uma surpresa se conseguirem aprovar os 7%”, afirma Leal.

A base volta a se encontrar na tarde de hoje com o líder do governo no Senado, Romero Jucá. Após conversa ontem à noite com Lula, Jucá foi encarregado de costurar um acordo amplo que garanta que a proposta governista seja aprovada no Senado – fator determinante, segundo os líderes aliados ouvidos pelo iG, para que a mesma passe na Câmara.


PSC defende reajuste de 7,7% para aposentados

quarta-feira, 28 abril, 2010

Publicada em 28 de abril
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“É inconcebível o que o governo está querendo fazer com os aposentados. O PSC, apesar de ser da base aliada do governo, vai votar a favor do reajuste de 7,7% para as aposentadorias acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social. Vamos rejeitar a proposta de 6,14%


Hugo Leal e PSC defendem reajuste de 7,7% para aposentados

domingo, 25 abril, 2010

“É inconcebível o que o governo está querendo fazer com os aposentados.
O PSC (Partido Social Cristão), apesar de ser da base aliada do governo, vai
votar a favor do reajuste de 7,7% para as aposentadorias acima de um salário
mínimo pagas pela Previdência Social. Vamos rejeitar a proposta de 6,14%


Reajuste das aposentadorias

sexta-feira, 26 fevereiro, 2010

Publicada em 26 de fevereiro
Coluna O Repórter



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PSC quer aprovar reajuste dos aposentados e orçamento impositivo

quarta-feira, 24 fevereiro, 2010

Publicada em 18 de fevereiro
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O líder do PSC, deputado Hugo Leal (RJ), disse em entrevista à Agência Câmara que o reajuste das aposentadorias é o principal objetivo do partido para 2010. Segundo ele, o déficit da Previdência não pode ser usado como argumento para impedir o aumento do benefício aos aposentados.

Outro ponto defendido pelo partido é a implantação do Orçamento impositivo, com o cumprimento obrigatório, pelo Poder Executivo, das emendas aprovadas pelos parlamentares. O deputado lembra que a proposta precisa ser votada antes que o próximo presidente da República tome posse. “Se votamos agora, aquele que assumir no ano que vem já assume com o Orçamento impositivo”, afirmou.

Ex-diretor do Detran do Rio de Janeiro, Hugo Leal está em seu primeiro mandato como deputado federal. Confira a seguir os principais trechos de sua entrevista:

Agência Câmara – Quais as prioridades do PSC para votação neste semestre?
Hugo Leal - Nossa prioridade é a atualização dos reajustes das aposentadorias – o PSC tem trabalhado por esses aumentos desde 2007. Queremos a permanente correção (com base em índices aceitáveis) dos benefícios dos aposentados. Essa é a nossa luta principal. É diretriz partidária e ninguém pode votar contra. Se o dinheiro não for para os aposentados, ele vai para onde? O argumento de que, se eles tiverem reajustes dignos, o País vai quebrar, não cola. Não são as aposentadorias as responsáveis pelo déficit do INSS.

Agência Câmara – Que outros assuntos mobilizam a bancada?
Hugo Leal - Outra proposta prioritária e que só pode ser votada este ano é a do Orçamento impositivo a partir de 2011. Digo que só pode ser votada agora porque, depois que o próximo presidente assumir, vai ficar difícil disso sair. Se votamos agora, aquele que assumir no ano que vem já assume com o orçamento impositivo. Uma das alternativas é o Projeto de Lei Complementar 526/09, do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), que estabelece regras para o contingenciamento de recursos para emendas. Enquanto houver receita, a aplicação do que for aprovado precisa ser feita. Não pode contingenciar logo no início do ano. Essa é outra diretriz partidária, deliberada em reunião.

Agência Câmara – Algum outro tema é considerado urgente pelo PSC?
Hugo Leal – Um terceiro item importante é a necessidade de regulamentação do direito de greve do servidor público. Não pode o País continuar sem regulamentar essa questão. Já são anos de projetos em tramitação e ninguém decide nada. Agora querem que os servidores sigam as mesmas regras da iniciativa privada. Se for assim, vamos deixar o direito administrativo de lado e usar só a CLT para todo mundo.

Agência Câmara – Qual a opinião do partido sobre a questão do pré-sal?
Hugo Leal - Essa discussão já começou equivocada. Nada nela faz sentido e todo o nosso partido pensa dessa forma. Particularmente, sou favorável à retirada de pauta e arquivamento de todos os projetos do pré-sal que hoje tramitam na Câmara. O governo insiste em mantê-los, mas vejo que a discussão, neste momento, sobre a distribuição de recursos não ajuda nem um pouco. Esses assuntos jamais deveriam ser debatidos dessa forma. Isso só ajuda a oposição. Vejo o governo tentando aprovar esses projetos, mas o que existe é um impasse quanto ao projeto principal e o que vai acontecer depois dele ser votado aqui na Câmara é uma incógnita.

Agência Câmara – Agora que não poderá ser aplicada nas próximas eleições, aumentam as chances de a reforma política ser votada?
Hugo Leal - Eu não sei se este é o melhor momento para se debater isso. Só se for uma coisa muito pontual. Acho também que não adianta querer mudar tudo. É um assunto muito importante para ser discutido em um ano em que os trabalhos ficarão, claramente, prejudicados. A reforma política envolve conceitos e exige um pouco mais de atenção do que uma simples reforma eleitoral.

Agência Câmara – Quais as expectativas do partido para as eleições de outubro?
Hugo Leal – O PSC foi um dos partidos que mais cresceram no Brasil e, agora, quer ser reconhecido como um partido político com uma doutrina, uma base. Ele quer ser protagonista de uma candidatura. Queremos debater princípios e programa de governo. Por isso, já conversamos com três possíveis candidaturas, mas o partido ainda não está fechado com nenhuma delas.

Reportagem – Juliano Pires
Edição – Marcelo Oliveira


Reajuste dos aposentados é prioridade do PSC na Câmara Federal

terça-feira, 23 fevereiro, 2010

Publicado em 23 de fevereiro de 2010

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