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Reportagem Especial: Vidas no Trânsito – Vontade Política

quinta-feira, 18 agosto, 2011

18/08/2011 – de Brasília, Verônica Lima.

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Bancada fluminense não quer que discussão sobre royalties volte ao plenário do Congresso

domingo, 19 junho, 2011

Bancada fluminense não quer que discussão sobre royalties volte ao plenário do Congresso

O deputado Hugo Leal afirma que as garantias constitucionais devem ser consideradas caso seja necessária uma discussão futura no Judiciário, além da experiência dos parlamentares e de uma boa negociação. Segundo ele, não adianta os Estados produtores desejarem um embate no Plenário, a alternativa é o consenso e o bom senso também do Governo Federal para ser o árbitro desta disputa.


Pronunciamento sobre alto índice de mortalidade dos jovens

sexta-feira, 4 março, 2011

O elevado número de mortes de jovens no trânsito no Brasil, divulgado pelo Mapa da Violência, do Ministério da Justiça esta semana, foi tema de discurso do deputado Hugo Leal, na Câmara.  O parlamentar alertou sobre os muitos acidentes com óbitos que podem ocorrer  durante o feriado prolongado do Carnaval.

Confira o áudio do discurso clicando aqui: discurso sessão extra


Podcasting: Entrevista com o Deputado Federal Hugo Leal em visita a Natividade

quarta-feira, 17 março, 2010

Publicada em 17 de março
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Ouça a entrevista do Deputado Hugo Leal(PSC/RJ) concedida na manhã desta sexta-feira(19) à Rádio Natividade FM.

O parlamentar,autor da conhecida “Lei Seca”,visitou a cidade e falou sobre as várias emendas que ele destinou ao município e a polêmica envolvendo a divisão dos royaties do petróleo.

Click no player, para ouvir a entrevista:

Deputado Hugo Leal diz que Lula deve vetar 'Emenda Ibsen'

quarta-feira, 10 março, 2010

Publicada em 10 de março
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Ouça a entrevista


Projeto cria Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito

quinta-feira, 4 março, 2010

Publicada em 23 de fevereiro
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Câmara analisa proposta (PL 5525/09) que estabelece o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito.

O plano vai ser elaborado em conjunto pelos órgãos de saúde, trânsito, transportes e justiça. Pela proposta, o Plano deve fixar até setembro de cada ano, as metas de redução do número de mortes e lesões no trânsito para o próximo ano. A meta levará em conta o número de mortes e lesões apuradas no ano anterior.

O projeto ainda determina fiscalização preventiva de trânsito em pelo menos 30 por cento da frota de veículos em todo o país.

O autor da proposta, deputado Beto Albuquerque, do PSB gaúcho, destacou que dados do IPEA demonstram que o Brasil perde anualmente 30 bilhões de reais com acidentes de trânsito que matam 35 mil pessoas.

O relator da proposta na Comissão de Viação e Transportes, deputado Hugo Leal, do PSC do Rio de Janeiro, afirmou que a chamada Lei Seca já causou uma redução no número de acidentes, mas outras ações ainda são necessárias.

Hugo Leal acredita que o primeiro passo é mapear quando e onde os acidentes acontecem para depois tomar as medidas necessárias para a redução.

“Porque os acidentes acontecem? Onde os acidentes acontecem? E como os acidentes acontecem? Nós temos que ter uma linha lógica para poder fazer a análise, nós temos que ter números para poder serem avaliados, números para poder serem gerenciados e a gente tem fazer toda uma lógica para essa questão dos acidentes e trabalhar como uma política pública de redução de acidentes.”

Hugo Leal informou que vai apresentar substitutivo incluindo no projeto original multas para os estados que não conseguirem reduzir os acidentes em suas rodovias.

Depois de apreciada na Comissão de Viação e Transportes, a proposta segue para a Comissão de Constituição e Justiça. Aprovada nas duas Comissões, não precisa ser apreciada em Plenário.

De Brasília, Karla Alessandra


Voz do Brasil

terça-feira, 2 março, 2010

Hugo Leal foi entrevistado na Voz do Brasil. O tema foi a obrigatoriedade da instalação de airbags.

Ouça:


Recall atingiu 460 mil veículos em 2009

quarta-feira, 24 fevereiro, 2010

Publicada em 24/02/2010
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Publicado Por: Bruna Gavioli

Estima-se que mais de dois milhões de veículos possam circular pelo país com algum defeito

Carros desenvolvidos às pressas e a busca desenfreada por redução de custos podem ser a principal causa das inúmeras convocações para a solução de problemas. Nas últimas semanas, grandes montadoras estrangeiras anunciaram uma série de recalls em alguns de seus modelos. Só em 2009, foram 35 chamados, maior volume em um único ano, com 460 mil veículos retornando às concessionárias.

Estima-se que, desde 1996, mais de seis milhões de carros vendidos no Brasil tenham sido convocados para reparar defeitos de fabricação. Em muitos casos, o recall é solicitado para solucionar problemas em itens de segurança como freios, direção, cinto de segurança e air-bag.

Baixe o podcast

A Associação de Engenharia Automotiva atribui a convocação, em grande parte, a uma mudança na linha de produção. Em entrevista ao repórter Patrick Santos, o presidente da entidade, José Édson Parro ressaltou que atualmente o processo de um carro está mais acelerado. Parro destacou que o consumidor acaba ficando refém das montadoras.

O ex-presidente do Detran do Rio de Janeiro e hoje deputado federal pelo PSC, Hugo Leal, também critica o aumento no número de recalls no país. Ele chama atenção ainda para outra “artimanha” usada pelas montadoras: “o recall branco”.

O advogado Rodolfo Rizzotto, autor do livro “Recall – 4 milhões de Carros com Defeito de Fábrica”, ressaltou que o recall é uma questão de segurança de trânsito e não de relação de consumo.

Dados do próprio Denatran apontam que menos de 50% dos carros com defeito são levados pelos proprietários para o conserto. Estima-se que mais de dois milhões de veículos possam circular pelo país com algum defeito na fabricação.

Nesta quarta-feira, a montadora sul-coreana Hyundai anunciou um recall dos modelos Sonata nos Estados Unidos e na Coreia do Sul, em consequência de problemas na trava das portas. A medida envolve 1.300 Sonata do tipo sedan vendidos no mercado americano e 46.000 unidades na Coreia do Sul. O anúncio da Hyyndai foi feito no dia em que os diretores da japonesa Toyota devem depor no Congresso dos Estados Unidos sobre a convocação de milhões de veículos.