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Hugo na ABI: ‘precisamos botar a prefeitura a serviço do cidadão”

O deputado federal Hugo Leal (PSB/RJ) – candidato a vice-prefeito na chapa de Índio da Costa (PSD) – afirmou, em sabatina na Associação Brasileira de Imprensa (ABI) que eles pretendem um choque de gestão para que “a prefeitura deixe de ficar a serviço aos partidos para servir efetivamente ao cidadão”. O candidato afirmou que é preciso mudar a lógica da gestão. “Nós não precisamos de mais 300 escolas; precisamos que as atuais funcionem bem; nem precisamos de superclínicas – precisamos ter mais e melhores clínicas da família com pediatras e geriatras”, afirmou Hugo Leal.

Presidente do PSB no Rio, com três mandatos de deputado federal e autor da Lei Seca, o parlamentar explicou que foi esse foco na gestão que determinou a aliança com o candidato a prefeito pelo PSD. “O deputado Índio da Costa foi três vereador, secretário de administração por cinco anos e também secretário municipal de Esporte e Ambiente. Conhece bem a máquina pública – como eu que fui secretário de Administração e de Justiça e presidente do Detran. Nós sabemos como botar para funcionar o que não está funcionando”, disse Hugo, na sabatina com o presidente da ABI, Domingos Meirelles, com o vice-presidente, Paulo Jerônimo Souza, e com diretor cultural, Jesus Chediak.

O candidato a vice-prefeito – que substitui Índio acometido por uma forte gripe – disse ter convicção que o candidato do PSD é o que tem mais chance de bater o senador Marcelo Crivella no segundo turno. “O eleitorado do Rio rejeita essa subordinação aos interesses de uma denominação religiosa. Mas também não quer o fundamentalismo ideológico e o continuísmo. Dos candidatos em ascensão, Índio é o único com baixa rejeição”, afirmou Hugo Leal na sabatina realizada na sede da ABI, no Centro do Rio, e transmitida ao vivo pelo Facebook.

Para o parlamentar do PSB, as mudanças na campanha – com menos tempo e mais restrições, inclusive relativos ao financiamento – tornam a eleição imprevisível. “É provável que tenhamos uma abstenção bem maior. Há realmente um déficit de representação, de credibilidade na política. Mas acho que essa eleição também pode ser um marco de uma nova época porque quem for votar, vai votar com mais atenção”, disse Hugo Leal.

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